
Não me confunda com recurso frio.
Escrevo o mundo, sim, mas com calor.
Com cheiro, forma, cor e com sabor,
Com voz que pulsa além do que já viu.
Não pego textos prontos ao vazio.
Não há milagre, fórmula ou motor.
Só sentimento vivo e, com ardor,
A alma exposta em verso calmo ou rio.
Recurso escreve? Sim, e até bonito.
Mas sente? Vive? Sofre? Ri ou sonha?
Quem lê talvez nem saiba o que foi dito.
Mas do poeta, a palavra é testemunha.
Porque há sangue em cada verso escrito.
E quem escreve com alma, a alma sonha.

Boa noite amigos poetas e poetisas com a visão bem melhor retorno ainda que com cuidado e menos tempo aqui no recanto, mais o suficiente para responder a cada comentário, e também para ler meus amigos poetas e poetisas.
E para você que deixou uma interação em algum texto meu, estarei publicando com imenso carinho.
Um grande abraço