Corvo do Silêncio
"Onde o mundo grita, o Corvo do Silêncio escreve, e no som das palavras, a alma desperta."
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Perfil

 Meu nome é Antonio Sales. Nasci em 21 de setembro de 1975, em Imperatriz, Maranhão, numa casa simples, onde os ventos levavam histórias até antes das certezas. Cresci como um observador do mundo, como os corvos, silencioso no galho mais alto da memória, atento ao que o tempo não dizia em voz alta.
 Na infância, as palavras vinham na voz do meu tio, tecidas como lendas que me mostravam que o universo podia caber dentro de um silêncio bem contado. Os sons da música preenchiam a sala como voo de asas invisíveis, misturando-se às brisas que atravessavam as janelas abertas, era o mundo me ensinando que existe poesia no que não se explica.
 Aos treze anos, descobri no desenho o primeiro idioma da minha alma. Depois, foi a música que me acolheu. Embora nunca tenha sido um palco, ela foi sempre minha trilha, minha sombra companheira.
 A vida, com suas encruzilhadas, me levou cedo aos becos escuros, como o corvo que conhece as noites mais densas antes de alçar voo. Abandonei os estudos, enfrentei o peso do álcool e mergulhei em silêncios que quase me calaram por inteiro. Mas mesmo no breu, há sempre uma luz que pulsa. A minha veio em forma de recomeço.
 Retomei os estudos aos trinta. Aos quarenta, tornei-me Teólogo, buscando, talvez, entender as divindades que também habitam as palavras. E foi ali que a poesia, que sempre bicava meu peito com sua urgência, finalmente encontrou pouso.
 A perda de um grande amor abriu um abismo dentro de mim, mas foi nesse vazio que as palavras floresceram. A poesia deixou de ser apenas letra e tornou-se meu idioma interno, meu eco, meu retorno ao mundo. Como o corvo que transforma carniça em sobrevivência, fiz da dor uma linguagem.
 Sou pai desde os dezenove. Meu filho foi, e é, meu farol em meio a tantas madrugadas sem mapa. E cada poema que escrevo carrega uma parte do que fui, e do que ainda serei.
 Hoje, escrevo sob o nome Corvo do Silêncio, porque compreendo: é no escuro que as palavras brilham mais. É na escuta profunda, sem pressa, que a alma responde. O corvo, tão incompreendido, é o guardião da memória, do presságio, do renascimento. Assim também sou eu: um poeta que sobreviveu as minhas próprias ruínas e aprendeu a transformar cada silêncio em verso.
 E se o amor é o fio invisível que costura minha história, a poesia é a voz com que minha alma escolheu falar com o mundo.

 

 

Versos de Superação "A Jornada do Homem"

 

 

Entre os suspiros da vida, eu me encontro,
o Homem, o sonhador, o buscador,
Nascido de uma história simples, singela,
Em cada página, uma luta, uma jornada.

 

Desenhos nasceram das minhas mãos,
Notas musicais ecoam na minha alma,
Mas foi na poesia que encontrei meu refúgio,
Um oásis de palavras, um abraço de versos.

 

Abandonei os caminhos traçados,
Afoguei-me no álcool, nas sombras da dúvida,
Mas ergui-me das cinzas, como a fênix,
Experiente, retomei meu rumo, minha busca.

 

Na teologia encontrei respostas,
E nas entrelinhas dos meus versos,
Descobri a beleza da superação,
O poder da resiliência, da transformação.

 

Nasceu um filho, símbolo de esperança,
Em meio às tempestades, uma luz,
E no enfrentar do vício, encontrei força,
Para trilhar novos caminhos, novas conquistas.

 

Sou o Homem, o poeta, o guerreiro?
Com pincéis e palavras, moldo meu destino,
E no pulsar do amor, encontro minha essência,
Uma melodia de superação, uma ode à vida.

 

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Criando o experimental (P.C.L.) Poesia Crescente em Linhas
Seram bem vindos para escrever P.C.Ls

Breve, amigos poetas este estilo colocarei para vossa apreciação e claro, vossas opniões.
Abraço.



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