
Demora o verso quando vem de dentro.
Não tem relógio quem escreve o ser.
É como o vaso antes de nascer,
Precisa pausa, toque, fogo, centro.
Quem lê não sabe o que ficou por dentro,
As noites longas, o medo de escrever,
Os dias mudos, a sede de entender,
Os erros, o silêncio e o tormento.
Mas eis que nasce um verso em minha mão.
Tão simples, mas tão cheio de cuidado,
Trazendo mais do que qualquer razão.
Foi tempo gasto? Não. Foi tempo achado.
O tempo da palavra e da emoção
É sempre o tempo mais bem aproveitado.

Deixo um grande abraço a todos os amigos que ler meus textos e em especial para:
As poetisas
Para os poetas
Devido a muita exposição por tempo prolongado demais na frente do computador, os últimos dias já não estava conseguindo escrever, os olhos doía muito, e com isso fortes enxaquecas, havia momentos em que lágrimas escoriam causando uma ardência muito dolorida.
O último capítulo do conto Castelo de Erivas, não era o que eu pretendia desde o começo da narrativa, não havia condição de finaliza-lo como planejado. Então tive que escrever um novo final.
Por recomendação médica devo ficar uns dois meses sem o acesso ao computador.
Enquanto escrevia o conto, também em paralelo escrevia a continuação de O CONTAGIO (com Élise) O último livro da série cartografia das águas, todos estes projetos neste momento não poderei concluí-los.
Neste momento já começo a sentir uma leve irritação, assim sendo e por enquanto deixo minha gratidão e respeito a todos os que ler meus textos, e em especial aos nomes citados, os quais a cada um tenho profunda admiração pelos escritos e pela pessoa que são.
Porque quando você escreve o que vive ou senti, você deixa um pouco de você, e esse pouco para olhos atentos diz o quão especial você é.
Tenha a certeza que cada comentário deixado será respondido com o mesmo carinho e dedicação.
Que Deus esteja sempre com todos
A Sales - O Corvo do Silêncio
A T É B R E V E M E U S A M I G O S
