
Eu não escrevo, eu sinto e depois digo.
Minha caneta é ponte entre dois mundos,
Um que me habita e outro que, em segundos,
Cai sobre o verso e torna-se abrigo.
Não sou autor de frases sem abrigo,
Nem me contento com escritos fecundos
Se neles não houver os tons profundos
Do ser humano, do olhar mais antigo.
Escrever é tarefa de viver.
É traduzir o amor, a dor, o dia.
É se despir sem ninguém perceber.
É construir, com mãos de poesia,
O que não há coragem de dizer,
Mas que habita toda alma que se fia.

Todos somos poetas quando escrevemos com dedicação, alma aberta e a simplicidade de quem transforma sentimento em verdade.
Minha recomendação literária para hoje é:
A poetisa Lia Fátima com a Recordação A INFELICIDADE DE CADA UM
O poeta HELIOS TAN com a mensagem DESISTIR JAMAIS
O poeta Anderson Abraão com o soneto SAUDADE DA VÓ
Um de meus textos ENTRE LUZES E SORRISOS