
Que a nossa voz atravesse fronteiras,
Que o amor fale mais alto que o medo,
Que a paz seja escolha diária,
E que a humanidade se lembre
De cuidar da própria casa: o mundo.
ah… ô… mm… ah… ah… ô… mm… ah…
ah… ô… mm… ah… ah… ô… mm… ah…
Eu acordei e o dia não tinha mais sol,
Uma chuva serena caía,
Molhava com gotas de paz… ah… ô… mm… ah…
Enquanto lá fora chovia
Eu pensava na vida,
Como um poeta que busca entender
A razão da guerra no mundo
Em ações que revelam nossas emoções...
ah… ô… mm… ah… ah… ô… mm… ah…
Eu sonhei
Vendo a chuva caindo mansinho da minha janela
Eu sonhei
Vendo a chuva caindo mansinho da minha janela
Hoje eu sei
Que o sol não saiu pra não se molhar
Pois a chuva que banha a terra
Também molha o mar ah… ô… mm… ah…
E no horizonte o oceano,
Revela o sol a surgir
Indicando que a vida, se, refeita
Volta a sorrir.
Eu sonhei,
Vendo a chuva
caindo mansinho da minha janela
Vendo a chuva
caindo mansinho da minha janela
No sonho eu via
Os sonhos que a vida sonhou
Vi os planos que se desfizeram
Por falta de amor ah… ô… mm… ah…
Eu sonhei… Eu sonhei
ah… ô… mm… ah… ah… ô… mm… ah…
Há tempos
Falei com os sábios
Os que a vida levou
Os que ensinavam
O caminho das pedras aos homens de bem.
ah… ô… mm… ah… ah… ô… mm… ah…
Vi as crianças colhendo na chuva
As flores com gotas de paz
Indicando ao mundo
Que a guerra,
é algo que não se faz
Eu sonhei
Vendo a chuva
caindo mansinho da minha janela
Vendo a chuva
caindo mansinho da minha janela
Entendi,
Que o amor,
é uma flor em extinção
Vivi para ver as pessoas
Fazendo desse sentimento,
Uma negociação,
Trocando a verdade,
Pela mentira, Pela ilusão.
ah… ô… mm… ah… ah… ô… mm… ah…
Eu sonhei
Vendo as crianças colhendo na chuva
As flores com gotas de paz
Indicando ao mundo
Que a guerra é algo que não se faz
ah… ô… mm… ah…
No sonho eu via
Os sonhos que a vida sonhou
Vi os planos que se desfizeram
Por falta de amor
Eu sonhei, Eu sonhei
Vendo a chuva caindo mansinho da minha janela
Eu sonhei… Eu sonhei
Vendo a chuva caindo mansinho da minha janela
Vendo a chuva caindo mansinho da minha janela
Vendo as crianças colhendo as flores com gotas de paz
ô… ah… hum… ô…
Não é o sol que salva o dia
É quem permanece na chuva
É quem entende que a paz
Não nasce pronta, se cultiva
Enquanto houver quem sonhe acordado,
Quem sinta sem medo de ser
Quem plante o amor onde falta
A consciência traz o bem procurado
Ainda há razão para crer
Enquanto houver quem escolha ser humano
Num mundo que ensina a negociar
O amor pela Guerra
A esperança não vai morrer
Ela aprende a lutar
ah… ô… ah…
“A paz não pode ser mantida à força; ela só pode ser alcançada pelo entendimento.”
Albert Einstein

Minha recomendação de leitura é:
da poetisa Lia Fátima