Corvo do Silêncio
"Onde o mundo grita, o Corvo do Silêncio escreve, e no som das palavras, a alma desperta."
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Entre Rascunhos e Silêncios

 

Não nasce pronto o verso que me habita,

ele se esconde, rasteja e surgirá.

Vem no silêncio, às vezes me tortura,

mas quando vem, é luz que se acredita.

 

Rasuro, volto, erro, e a folha grita

com letras minhas, sombra que emoldura.

O tempo é mestre, e a escrita é madura

só quando a alma inteira se habilita.

 

Escrever dói, mas cura o que me fere,

é forma de tocar sem ter que estar,

de dar sentido ao mundo que me espera.

 

Cada palavra escrita é como um mar

em que naufrago, e n’água que me fere,

descubro a liberdade de sonhar.

 

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Corvo do Silêncio
Enviado por Corvo do Silêncio em 27/08/2025
Alterado em 27/08/2025
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