A Sales
"Os Mundos gritam, eu escrevo, e no som das palavras, minha alma se encontra"
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Lembrança ao Som da Flauta
Data: 11/11/2025
Créditos:
Letra: A Sales
Musica: A Sales e Cia do Clássico
Melodia: inspirada em uma deusa grega chamada paixão
Copyright © 2025. Todos os direitos reservados.
Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor.

Lembrança ao Som da Flauta

 

 

Quando o vento se acalma

e o dia se despede em silêncio,

teu nome vem

como se o tempo respirasse ao lembrar.

 

Entre notas serenas

a flauta sopra lembranças,

trazendo o riso que o tempo guardou,

e o perfume, daquilo que não volta mais.

 

Há um instante

em que o som toca o coração,

e tudo o que foi amor

volta a ser presença,

mesmo que só, por um breve compasso.

 

O som caminha,

feito brisa sobre o mar,

e cada sopro me conduz a ti.

No eco distante da flauta,

a saudade, encontra abrigo.

 

Se o destino é silêncio,

a música, é a ponte que resta.

Ela fala por mim,

quando as palavras não alcançam.

 

E quando o último acorde se desfaz no ar,

fica apenas o sentimento,

pairando, leve,

como se teu toque ainda estivesse aqui.

 

Porque ao som da flauta

o amor não morre.

Ele apenas muda de forma,

e continua, tocando dentro de quem se lembra.

 

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Enviado por A Sales em 11/11/2025
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Comentários

  Um livro poético escrito em sonetos que te leva desde a amizade, passando pela paixão até o amor. Uma viagem nestes sentimentos com uma escrita leve, senssivel e compreenssivel.

Versos Soltos é uma coletânea que criei para explorar a liberdade tanto na forma quanto no conteúdo dos poemas. Aqui, cada verso é uma experiência singular, fluindo de maneira natural e espontânea. Busquei proporcionar ao leitor uma imersão em emoções e pensamentos que emergem sem restrições, permitindo que cada poema seja uma jornada independente, com sua própria essência e significado.

  

Há palavras que nunca foram ditas,
e, mesmo assim, soam dentro de nós.
Este livro é um mergulho no espaço entre as vozes,
nas pausas, nos gestos interrompidos,
e nas emoções que o silêncio guarda.